DECLARAÇÃO EMITIDA PELA EMBAIXADA DO ESTADO DA PALESTINA. O MASSACRE DE RAFAH É UM DESAFIO DO TRIBUNAL INTERNACIONAL DE JUSTIÇA

Luanda: Em menos de alguns dias após a decisão do Tribunal Internacional de justiça, que exigiu o Israel em cessar fogo, e se retirar da cidade palestina de Rafah e abrir a passagem para entrada de ajuda humanitária, e no desafio claro à decisão do tribunal, as forças de ocupação israelitas cometeram um massacre horrível em série de massacres sangrentos contra a população civil na Faxa de Gaza. 


Fonte: Embaixada Da palestina em Angola 

Quando os aviões israelitas e os seus mísseis atingiram os campos de deslocados em Rafah, o que levou à morte de 46 deslocados, a maioria dos quais eram crianças e mulheres, e o ferimento de outras 250 pessoas, e o lançamento de foguetes destruiu as tendas e de todas as bagagens e utensílios de comida dentro delas, desmoronando tudo exceto alguns pela misericórdia de Deus.

Embora este novo crime perpetrado pelas forças de ocupação israelitas tenha sido uma resposta rude à decisão do Tribunal Internacional de Justiça que apelava a um cessar - fogo, o massacre é ao mesmo tempo uma mensagem dirigida do Governo israelita à Comunidade Internacional e as Instituições das nações unidas, afirmando: Vocês decidiram o que querem e nós faremos o que queremos.

A impunidade do governo israelita é o que o torna persistente e persistente na prática de crimes de genocídio da Faxa de Gaza, e em permitir que o exército e os colonos extremistas na Cisjordânia e em Jerusalém ataquem os campos, como é atualmente o caso da prática de crimes no campo de Junin e realizando prisões em grande escala entre a população em toda a Cisjordânia, a os colonos atacam populações civis em aldeias, cidades e campos, queimando casas, veículos e campos.

Palavras e declarações de condenação já não são suficientes para pôr fim aos crimes da ocupação israelita na palestina. É tempo de o Conselho de Segurança, como instrumento executivo para proteger a Paz e a segurança internacionais, impor as decisões do Tribunal Internacional de Justiça como tal. Uma obrigação obrigatória para o governo israelita. Tomou - se também uma necessidade moral e legal abolir.

Governos preocupados com parceiras militares com a ocupação israelita Torna-se também uma obrigação moral para os países, instituições e empresas que acreditam nos direitos humanos em palavras e actos impor medidas políticas, económicas, culturais e académicas ao Estado acupante, para forçá-lo a parar de forma independente o genocídio, a limpeza étnica e a declaração forçada em palestina.

A missão desta declaração visa estender saudações, apreço e gratidão ao Presidente angolano João Manuel Gonçalves Lourenço, ao governo angolano e ao povo angolano amigo pela seu apoio contínuo à implantação de resoluções de legitimidade internacional da Palestina. E o seu apelo contínuo ao estabelecimento de um Estado Palestiniano independente com a sua capital de Jerusalém.

0666/24

Ao Ministério das relações exteriores Direção África e Médio Oriente, Missões Diplomáticas e Organizações Internacionais Luanda.

A Embaixada do Estado da Palestina na República de Angola, apresenta os seus melhores cumprimentos ao Ministério das relações exteriores Direção África e Médio Oriente, Missões Diplomáticas e Organizações Internacionais, tem a honra de remeter a nota informativa emitida pela Embaixada do Estado da Palestina na República de Angola.

A Embaixada do Estado da Palestina na República de Angola, aproveita a oportunidade para renovar ao Ministério das Relações Exteriores - Direcção África e Médio Oriente, Missões Diplomáticas, e Organizações Internacionais expressão da sua mais alta consideração.

Luanda, aos 27 de Maio de 2024.

Dr. JUBRAEL G.B. ALSOMALI

O EMBAIXADOR 


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