OITAVO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DO MPLA APOSTA NOS 50 ANOS DE INDEPENDÊNCIA

 

Luanda: Terminou esta terça-feira, 17 de dezembro, em Luanda, o oitavo congresso extraordinário do MPLA, partido no poder. Os 50 anos da independência, que se assinalarão em 2025, foram já amplamente focados no fórum a que se seguiu a reunião do Comité central. João Lourenço, chefe de Estado e presidente do MPLA, advogou o necessário rejuvenescimento dos órgãos do partido, o Bureau político e o secretariado.


Fonte: RFI

O congresso ficou marcado por reuniões em dois grupos de trabalho, incidindo acerca da “Tese sobre os 50 anos de Independência”, por um lado, e os “Ajustamentos aos Estatutos” do partido, por outro.

Manuel Augusto, secretário do Bureau político do Comité central para as relações exteriores, fez um rescaldo deste fórum com a atenção já focada nos 50 anos da independência que se vão assinalar em 2025.

Aproximando-se o 50° aniversário da proclamação da Independência Nacional o VIII oitavo Congresso Extraordinário do MPLA reconhece e enaltece os feitos dos patriotas angolanos que se bateram pela libertação da nossa pátria, com destaque para o saudoso Presidente Dr. António Agostinho Neto, cuja liderança na luta contra o jugo colonial português foi determinante para o alcance da independência nacional.

Por seu lado João Lourenço, no seu discurso de abertura na véspera realçou o facto de Angola assumir em fevereiro de 2025 a presidência da União Africana. O também chefe de Estado, e presidente do MPLA, Movimento popular de libertação de Angola, prometeu fazer do seguimento da situação no Sudão, país mergulhado numa guerra civil desde Abril do ano passado, uma prioridade.

Ele tinha também esboçado um leque de dossiers internacionais prioritários para Angola.

Defendemos a necessidade de se pôr fim à guerra contra a Ucrânia. Apelamos, mais uma vez, à necessidade da libertação dos reféns israelitas e ao fim do genocídio contra o povo palestino na Faixa de Gaza e dos colonatos na Cisjordânia.

A incerteza reinante na Síria com a recente mudança do poder está a alimentar de forma perigosa a apetência por parte de alguns Estados vizinhos em invadir e ocupar partes do território sírio.

Estamos a trabalhar arduamente pelo fim do conflito nos Grandes Lagos, que opõe à República Democrática do Congo e o Ruanda e desestabiliza toda a região.

Esperamos que as autoridades governamentais, os partidos políticos e a sociedade civil de Moçambique trabalhem para encontrarem as melhores soluções com vista a ultrapassar a crise pós-eleitoral.

A situação no Sudão estará no topo das prioridades da minha agenda logo que assumir a presidência da União Africana, em fevereiro de 2025.

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