KOPELIPA NEGA PREJUÍZOS AO ESTADO CAUSADOS PELO GRN

 Luanda : O general Kopelipa afirmou que o Estado angolano não sofreu prejuízos por ações do Gabinete de Reconstrução Nacional. Segundo ele, o gabinete cumpriu os projetos que lhe foram atribuídos, sem qualquer conduta lesiva.



 Fonte: Club K 

Entrega de bens da CIF ao Estado foi voluntária, diz arguido

Segundo o arguido, foi com a intenção de "corrigir o tiro", que o antigo Presidente angolano decidiu acautelar nos projetos seguintes uma "bolsa pública", dirigida à classe dos funcionários públicos, que ficou à responsabilidade do GRN.

Sobre a entrega voluntária ao Estado, como avança a acusação, dos bens pertencentes à CIF, o arguido aclarou que foi por solicitação da Procuradoria-Geral da República que contactou os acionistas integrantes da sociedade para assim procederem, tendo sido emitida uma procuração para o efeito.

O arguido, antigo ministro junto da Presidência e chefe da Casa Militar, ressaltou que foi na qualidade de mandatário, e não como proprietário das empresas, que participou no processo de entrega dos bens ao Estado.

"Como cidadão, entendi que era útil a minha colaboração e fui falar com eles, levou algum tempo para entregarem os bens. O CIF era composto pela IF [Investimentos Financeiros] e duas empresas chinesas. Consegui o contacto com a empresa angolana, mas não com as chinesas", vincou.


Kopelipa nega proximidade com empresários chineses

"Procedi à entrega, à noite, e reconheço que não li o que assinei", disse o arguido referindo-se ao documento que lhe foi entregue pela PGR naquela noite para assinar, sem estar acompanhado de um advogado, acabando por rubricar o documento "julgando que estava em conformidade" com o mandato que lhe foi conferido.

Questionado pelo magistrado do Ministério Público se, como diretor do GRN, lhe ocorreu em algum momento a ideia de denunciar atos praticados pela CIF à PGR, "Kopelipa" respondeu que não lhe chegou ao conhecimento nenhum ilícito e, se houvesse, "seria o primeiro a denunciar".

O Ministério Público quis também saber se o arguido tinha conhecido pessoalmente "a madame Lu Fong" e o empresário chinês Sam Pam, o intermediário dos negócios entre Angola e a China no período pós-guerra. "Kopelipa" respondeu que teve alguns encontros com ambos, mas não tinha "uma boa relação" com os mesmos.

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