SINPROF CONSIDERA DESUMANO AS CONDIÇÕES QUE OS ALUNOS DO COMPLEXO ESCOLAR BG 3059 ESTÃO SUJEITOS

Benguela: O Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) em Benguela, denuncia as péssimas condições no Complexo escolar BG 3059, 13 de dezembro, bairro 11 de novembro, no município piscatória da Baía Farta. 



Redação: Benguela7 


Na denúncia, o SINPROF diz que o sistema de ensino deve ser um espaço de dignidade, respeito e igualdade. 


"Porém, com profunda inquietação e tristeza, vimos denunciar publicamente as condições desumanas a que estão sujeitos os alunos do Complexo Escolar BG 3059 “13 de Dezembro”, sedeado no bairro 11 de Novembro — um dos bairros mais organizados da cidade da Baía-Farta".


Segundo o Sindicato dos homens do giz nas terras de Ombaka, as imagens recebidas são chocantes: alunos obrigados a sentarem-se no chão por falta de carteiras, expostos ao desconforto e riscos de saúde, com os cadernos no colo, lutando para aprender numa sala superlotada.



Muitos estudantes são ainda proibidos de ir ao quarto de banho, com receio de perderem o lugar, uma vez que não existem condições que lhes garantam um retorno digno à aula", denúncia Sónia Cabral, líder do SINPROF, em Benguela.


O Mais grave ainda, de acordo com Sónia Cabral, os alunos matriculados são impedidos de frequentar as aulas por alegada falta de espaço, sendo barrados por professores que, sob pressão da desorganização, optam por uma pedagogia excludente, em detrimento da responsabilidade do Estado.


"Isto representa uma violação clara do direito à educação consagrada na Constituição da República de Angola" diz Sônia Cabral.


Denunciamos com veemência esta situação e exigimos:


Face a essa e outras situações lamentáveis, ao Ministério da Educação, o SINPROF recomenda tomar providências urgentes para dotar a escola de carteiras e demais materiais escolares necessários;



À Direcção Municipal de Educação da Baía-Farta, que investigue e intervenha nas práticas de exclusão e assegure o cumprimento das normas educativas;


À sociedade civil, que se una em defesa da educação com dignidade, como pilar para o futuro de Angola.

 “Uma Nação que ignora os seus alunos hoje, prepara o fracasso de amanhã", disse, terminando com o slogan de que "Pela dignidade nas escolas, exigimos justiça agora! 

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