AS AGENDAS DE SUB-POLITICA DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL E A PARCIALIDADE DOS SEUS EVENTOS.
Opinião: As organizações da sociedade civil em Benguela, aos poucos vão fazendo cair as máscaras das suas verdadeiras personalidades de acção. Algumas dizem-se não políticas como os partidos políticos, outras afiguram-se cívicas, mas em contrapartida o que temos vindo a assistir é uma clara confissão da sua intromissão nos assuntos de ideologia afectos aos partidos políticos.
Redação: Benguela7
Por: Lucas Katimba (Sociólogo, Mestrando em Filosofia, Escritor e Docente Universitário).
Nos debates sobretudo, há uma clara inclinação dos organizadores para parcialmente favorecerem os partidos na oposição e raras vezes, aplaudirem as iniciativas do governo angolano estrito senso e latu sensu do Estado Angolano.
O que dizer do último debate de sábado na Catumbela?
Os organizadores distribuíram papeis para intervenção somente á membros de determinados partidos políticos na oposição, deram mais tempo de antena aos participantes cujo discurso era de destratar política e moralmente o governo, não havia condições organizativas mormente no som, o asseio do espaço, segurança bem como foi paradigmatizada a exclusão de participação de outros cidadãos que podiam trazer o contraditório.
Por conseguinte as organizações da sociedade civil sobretudo as que animam o debate de cidadania devem confessar as suas agendas de sub-politica e entender que todos os debates no espaço publico e numa sociedade que se quer democrática e participativa faz-se com o contraditório e vozes diferentes e não unipolar.
A colocação no cartaz da figura da deputada Deolinda Valiangula, sem o seu consentimento ou notificação prévia representa por si só um acto de total desconhecimento dos actos protocolares e desrespeito às entidades do Estado.
Mas a pergunta que se coloca é: as organizações d sociedade civil, cumprem ou não agendas dos partidos na oposição?
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